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Brasil à venda: governo Temer anuncia novo pacotão de privatizações

O governo Temer, através de seu Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), aprovou, nesta quarta-feira (23), um verdadeiro “pacotão” de privatizações que colocam o Brasil, literalmente, à venda. Junto com a Eletrobras, empresa estratégica do setor energético, o governo federal entregará ao capital privado aeroportos, como os de Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Confins (MG) e Brasília (DF), hidrelétricas, rodovias, blocos do pré-sal e outras empresas fundamentais para a economia, geração de empregos e soberania nacional.

Além dos aeroportos e da Eletrobras, já foi anunciada a venda da Casa da Moeda, que fabrica as notas de real e passaportes; da Lotex, o braço da Caixa Econômica Federal para loterias instantâneas (a “raspadinha”); a Usina hidrelétrica de Jaguara, da Cemig; 11 lotes de transmissão de energia elétrica; as Rodovias BR-153 GO-TO e BR-364 RO-MT; a Codesa (Companhia de Docas do Espírito Santo), além de blocos de exploração de petróleo e do pré-sal.

Em nota sobre a privatização da Eletrobras, a ex-presidenta Dilma condenou a política neoliberal do governo Temer e afirmou que se trata de “um crime contra a soberania nacional”.

“O governo tem dois motivos principais para privatizar uma grande empresa como a Eletrobras: a aplicação da pauta neoliberal, rejeitada por quatro vezes nas urnas, e que é compromisso do golpe implantar; e o desespero para fazer caixa e tentar diminuir o impacto de um dos maiores rombos fiscais da nossa história contemporânea, produzido por um governo que prometia resolver o déficit por meio de um surto de confiança que não veio e um passe de mágica que não produziu. Produziu, sim, a compra de votos por meio da distribuição de benesses e emendas”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

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