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Espírito Santo realizou mais de 4 mil cirurgias oftalmológicas em mutirões

 

 

 

A cirurgia eletiva não é de urgência, mas merece atenção porque se não for feita afeta a qualidade de vida e pode agravar o quadro de saúde do paciente. A demanda por esse tipo de procedimento é grande em todo o país, por isso foi tema de debate entre o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), no ano passado, que resultou em uma mobilização nacional para reduzir o tempo de espera por cirurgias eletivas, com cada estado atendendo às necessidades de sua população.

 

No Espírito Santo, a principal demanda por cirurgias eletivas está na área de oftalmologia, mais especificamente por cirurgia de catarata, vitrectomia, estrabismo e pterígio. Para enfrentar a situação, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) primeiro identificou os pacientes que já haviam passado por consultas e exames e estavam só aguardando o procedimento. Depois, promoveu mutirões e realizou 4.131 cirurgias de julho a dezembro de 2017.

 

Das 4.131 cirurgias oftalmológicas, 2.314 foram realizadas em pacientes residentes na Região Metropolitana de Saúde, que compreende 20 municípios. Já na Região Central de Saúde, com 18 municípios, foram realizados 731 procedimentos; na Região Norte, que abrange 14 municípios, foram 429 cirurgias; e na Região Sul, com 26 municípios, 652 cirurgias.

 

Além de agilizar a realização das cirurgias, a Secretaria de Saúde do Espírito Santo ofertou, durante os mutirões, 5.270 consultas, o que ajudou a movimentar a fila de oftalmologia geral, uma vez que o objetivo das consultas foi avaliar os pacientes e identificar quem tinha indicação cirúrgica e quem precisava de outros tratamentos.

 

Os atendimentos dos mutirões promovidos pela Secretaria de Saúde do Espírito Santo foram realizados no Hospital Evangélico de Vila Velha e no Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim. O reforço dos mutirões se somou aos atendimentos de rotina e ajudou a reduzir o número de pessoas aguardando.

 

Em paralelo aos mutirões, os demais pacientes continuaram seguindo o fluxo de acesso do SUS: ir até a unidade de saúde mais próxima de sua residência, ser avaliado pelo médico e encaminhado para especialista. Após esta avaliação, se necessária a realização de cirurgia, o paciente é encaminhado para o hospital de referência para a realização do procedimento.

 

 

 

 

Total de cirurgias oftalmológicas realizadas de julho a dezembro de 2017: 4.131

 

Região Metropolitana

2.314 procedimentos

 

Região Central

731 procedimentos

 

Região Norte

429 procedimentos

 

Região Sul

652 procedimentos

 

 

 

 

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